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归化海外华人出战奥运 华尔街精英毅然回国效力

2019-05-23 20:49 来源:漳州新闻网

  归化海外华人出战奥运 华尔街精英毅然回国效力

  百度五、不断加强新时代机关党的纪律和作风建设,深入推进反腐败斗争。二、设立“龚全珍工作室”,连心为民。

与此同时,全市机关文体活动“一季一赛”品牌也将得到深化,每季度在全市机关集中组织1次文体比赛活动;建立市级机关“一缘会”服务平台,探索适合机关特点的“幸福牵手”活动;扎实办好英语沙龙、品茗赏墨、花道香艺、生活技能DIY等活动室,推进机关“巾帼学堂”建设,开展定点、定时、持续性的女性素质提升教育培训工作,丰富机关妇女文化生活。在助推中心大调研行动方面,将围绕我市拥江发展战略和“六个新突破”“六场硬仗”等问题,结合“百千万”蹲点调研、结对帮扶等活动,大力组织开展调查研究,破解改革发展中遇到的问题。

  他的足迹遍及巴黎、伦敦、柏林等地,目之所见、耳之所闻,使他思考良多,而其中最为重要的便是主义问题。党员干部通过本次主题党日活动感受颇深,大家纷纷表示:幸福生活倍加珍惜,不忘初心奋发有为,围绕中心服务大局,为建设富裕文明幸福新泰安作出新的更大的贡献。

  结合省会城市特点,强化街道、社区等基层党组织的政治功能,扩大商务楼宇、各类园区、商圈市场、互联网产业等新兴领域党建覆盖,健全市、区、街道、社区党组织四级联动体系,探索城市基层党建引领社会治理创新的新路子。信仰如盐,滋养生命。

二是机关党委的同志要认真学习研究会议精神,结合本单位实际,安排好今年机关党的工作,抓好各项工作任务的落实。

  来源:杭州机关党建网

  三是机关党委要把会议精神传达到所属基层党组织,把会议确定的任务和主要工作要求传达到全体党员。全省国税系统全面从严治党工作取得了较好成效,得到省委常委、省纪委书记孙新阳的两次批示“点赞”,省纪委以《江西纪检监察信息》专刊形式刊登推荐省局的经验做法。

  一是理论素养明显提升。

  党的政治优势恰恰能够调动和激发这种主观能动性,这是企业生存和可持续发展的原动力。第二组,由市直机关工委副书记景玉宝主持,市委研究室等12家单位进行现场述职,景玉宝,市直机关工委委员、纪工委书记、市监委派出市直机关工委监察组组长何群、市直机关工会主席时代新分别进行点评。

  在今后的工作中要知其责,明其责,尽其力,要勇于担当,积极主动地参政议政,为决战脱贫攻坚、决胜全面小康,实现“百姓富、生态美”多彩贵州多做贡献。

  百度为落实“下抓两级、抓深一层”工作部署,江西省国税局推行了以“双单”“双点”“双联”“双争”“双创”“双抓”为主要内容的党建工作措施:一是明确“双单”,压实主体责任。

  六是坚持以督促指导为保障。工委机关各党支部要按照机关开展“大学习、大调研、大改进”的工作方案,制定详细的学习计划和配档表,坚持全面学与专题学相结合,反复学与跟进学相结合,集体研讨与个人自学相结合,进一步联系各自岗位职责,全面推进工作。

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Portugal possui infraestrutura e tem interesse em participar da Iniciativa do Cintur?o e Rota, diz embaixador

2019-05-23 16:54:46丨portuguese.xinhuanet.com
百度 进一步加强和规范党内政治生活,牢牢抓住“关键少数”,推动机关党组织、党员干部特别是党员领导干部严格执行新形势下党内政治生活的若干准则,牢固树立政治理想,正确把握政治方向,坚定站稳政治立场,坚定执行党的政治路线。

O embaixador de Portugal na China, Jorge Torres Pereira, concede uma entrevista exclusiva à Xinhuanet, em Beijing. (Foto: Xu Xin)

Beijing,?8 mar (Xinhuanet) -- A Iniciativa do Cintur?o e Rota impulsiona a conectividade entre a China e os países ao longo das rotas e Portugal tem muito interesse em estar associado a uma faixa no cintur?o, disse à Xinhuanet o embaixador português na China, Embaixador Jorge Torres Pereira, em uma entrevista exclusiva.

Xinhuanet: As "duas sess?es" anuais s?o oportunidades de importancia fundamental para conhecer as tendências de desenvolvimento da China. Quais temas chamam mais a aten??o do senhor? Por quê?

Embaixador Jorge Torres Pereira: O tema que mais concentra as aten??es de fora é realmente o processo de reformas na China, o impulso das reformas que foram delineadas na altura da decis?o do segundo plenário. Um aspecto que acompanhamos com também particular interesse é a quest?o das reformas no domínio do Rule of law, portanto do enquadramento legal das reformas nesse domínio. E outro tema que nós também acompanhamos é a quest?o do ambiente, a quest?o da prote??o ambiental, que, como digo, para quem está de fora é particularmente significativo.

Xinhuanet: A taxa de crescimento da economia chinesa em 2016 foi de 6,7% e a produ??o econ?mica total chegou a 70 trilh?es de yuans. Como o senhor vê a tendência do desenvolvimento econ?mico da China?

Embaixador Jorge Torres Pereira: Penso que, no curto prazo, n?o devemos assistir a uma grande diferen?a no que diz respeito ao crescimento da China. Embora a maior parte dos analistas acreditem que as altera??es estruturais da economia para um novo paradigma possam, no médio prazo, significar um ligeiro abrandamento do crescimento anual da China. Em todo caso, n?o creio que possa ser posto em dúvida o papel fundamental das grandes locomotivas do crescimento econ?mico global, que s?o a China, os Estados Unidos, a Alemanha e o Jap?o. Todos esses países ter?o que ter um contributo síncrono para preservar o crescimento da economia global.

Xinhuanet: A crise financeira de 2008 afeta até os dias de hoje a recupera??o da economia mundial. Desde o ano passado, "acontecimentos cisnes negros" ao estilo da globaliza??o inversa apareceram um após o outro, intensificando o protecionismo comercial. Qual é a sua opini?o sobre a tendência da globaliza??o inversa? Como acredita que o futuro da globaliza??o se desenvolverá?

Embaixador Jorge Torres Pereira: Acho que nós recentemente percebemos que talvez tivéssemos uma considera??o um pouco mais otimista sobre todos os problemas que surgiram ou que iriam surgir previsivelmente com a globaliza??o, que as próprias respostas do crescimento econ?mico, que derivam da globaliza??o, iriam dar respostas a esses problemas. Nós agora temos uma considera??o um pouco mais sóbria. Sabemos que há problemas, como desigualdade e distribui??o n?o equitativa dos benefícios da globaliza??o, que est?o a levantar problemas nas opini?es públicas. Penso que o que há, buscando um termo marxista, é uma espécie de “tens?o dialética” entre as for?as da globaliza??o e esses fatores de maior soberanismo econ?mico e de tenta??es protecionistas. Penso que essa “tens?o dialética” vá estar presente n?o apenas este ano como um trend recente, mas nos próximos anos, e é claro que nós defendemos uma globaliza??o fair, na qual todas as opini?es públicas possam sentir-se também gratificadas por esse processo. Penso que nesse processo, nós temos de diminuir os argumentos daqueles que querem refugiar-se no protecionismo, e o papel da China é evidentemente muito importante.

Xinhuanet: Atualmente, temas como a recupera??o econ?mica, mudan?a climática e prote??o ambiental têm sido os principais tópicos que impulsionam o desenvolvimento dos países, indo além das fronteiras nacionais e mostrando que precisam da aten??o e participa??o dos governos do mundo todo. Como o senhor avalia o papel da China na governan?a global?

Embaixador Jorge Torres Pereira: é evidente que nós estamos neste momento em um processo em que há uma maior aten??o à natureza multipolar do mundo em que vivemos, e os esfor?os de reforma da governan?a mundial, nomeadamente, desde o papel mais central atribuído ao G20, é uma manifesta??o dessa reforma da governan?a mundial. Recentemente, nós tivemos uma reuni?o dos ministros dos negócios estrangeiros do G20, em Bona. Foi apenas a segunda vez na história da organiza??o que se reuniram os ministros dos negócios estrangeiros, e, tal como em Hangzhou, na China, deu importantes pistas para o que se vai seguir nesse esfor?o de coordena??o mundial. Também se prevê a continua??o desse espírito nessa cimeira de Hamburgo, organizada pela presidência alem?. Há uma continuidade de temas: a China atribuiu muita importancia à agenda para o desenvolvimento sustentável e, por exemplo, a presidência alem? do G20 quer atribuir grande importancia à áfrica. Tudo isso s?o manifesta??es que nós consideramos muito positivas de uma governan?a mundial reformada.

Xinhuanet: Como o senhor vê as perspectivas sobre o desenvolvimento do comércio eletr?nico e das empresas de tecnologia? Na era da internet, como o comércio eletr?nico e o tradicional podem se desenvolver conjuntamente?

Embaixador Jorge Torres Pereira: Isso é efetivamente um dos aspectos de vanguarda da evolu??o do comércio. Quase que se pode dizer que o computador, o laptop, tornou-se uma espécie do novo modelo de loja, e a grande revolu??o atual é que o ecr? do smartphone transformou-se no laptop e, portanto, cada vez mais as decis?es de compra têm que tomar aten??o dessa quase que revolucionária atualiza??o, e quais s?o os devices a que as pessoas recorrem para estar online. A China teve e tem um avan?o em rela??o a outros países que também agora acordaram para a importancia do comércio eletr?nico, e eu penso que isso tornar-se-á um fen?meno generalizado à medida que os consumidores também depositarem praticamente toda a sua aten??o no que veem no seu smartphone. é claro que a quest?o de como compatibilizar, apesar de tudo, o conforto que as pessoas sentem ao estar presentes com os objetos físicos que gostariam de comprar e para isso também já há conceitos de offline/online que ajudam a superar essa quest?o. Em todo caso, prevejo um futuro muito risonho para as plataformas do comércio eletr?nico e já agora acrescentaria que Portugal também está em negocia??es com o grupo Alibaba para que haja uma loja virtual de produtos portugueses nessa plataforma.

Xinhuanet: Como o senhor vê o desenvolvimento da indústria verde da China? Quais s?o os avan?os da tecnologia e os conceitos de desenvolvimento que Portugal pode compartilhar com a China?

Embaixador Jorge Torres Pereira: é evidente que as preocupa??es ambientais s?o, hoje em dia, talvez as prioridades principais quando se pergunta as opini?es públicas sobre o que as preocupa. Umas das coisas que vêm logo à cabe?a é a qualidade do ar, a qualidade dos produtos que consomem, a certeza de que a água tem as características que s?o necessárias e boas para a saúde pública. Portanto, eu penso que, juntam-se aqui, por um lado, um enorme potencial que as indústrias ditas da economia verde têm para também proporcionar o crescimento econ?mico com as preocupa??es da opini?o pública. Neste aspecto, Portugal tem, já há algum tempo, uma aten??o particular às energias renováveis, e eu gostaria de citar um exemplo que me parece significativo. No ver?o do ano passado, durante o mês de agosto, Portugal conseguiu, durante quatro dias seguidos, ter todo o seu consumo elétrico originado por vias renováveis. Foi de tal maneira marcante, que foi considerado por revistas científicas como um dos eventos científico-tecnológicos mais significativos do ano passado. O país lidar com as suas necessidades energéticas em eletricidade apenas com energias renováveis mostra como é efetivamente possível alterar completamente o paradigma que é necessário para gerir as necessidades energéticas com tudo que se tem de benéfico para tornar mais verde a nossa vida.

Xinhuanet: Em 2017 a China vai realizar o primeiro Fórum de Coopera??o Internacional da Iniciativa do "Cintur?o e Rota". Quais s?o os avan?os que essa iniciativa alcan?ou?Como o senhor vê o papel dessa iniciativa na revitaliza??o da economia mundial?

Embaixador Jorge Torres Pereira: Já há alguns anos se tinha percebido que haveria um imenso progresso se conseguíssemos melhorar as conectividades entre os diferentes atores, por exemplo, em uma regi?o. Antes de Beijing, estive no Sudeste Asiático, e constatava-se que praticamente os países da regi?o tinham relativamente poucas rela??es entre si e mais comércio, exporta??es e atividade econ?mica com o exterior. A conectividade colocou-se como uma quest?o que permitia aumentar significamente o comércio inter-regional. Conectividades essas que, naturalmente, no Sudeste Asiático tinham também relac?o com a China como muito importante. Ou seja, daí nasceu a ideia de que pode se estruturar o desenvolvimento econ?mico melhorando as conectividades, que decorre da maior aten??o à infraestrutura, às liga??es ferroviárias, elétricas etc. Nós, em Portugal, desde que a iniciativa do “Cintur?o e Rota” foi lan?ada, temos manifestado o nosso interesse. Aliás, ironicamente, pode-se dizer que Portugal foi um dos pioneiros da rota marítima da seda. A conex?o entre a ásia e a Europa por via marítima no século XVI foi uma obra pioneira portuguesa, e nós gostaríamos de que essa nova rota marítima no século XXI também levasse em considera??o o que chamamos de “dimens?o atlantica”, sobretudo porque dispomos de uma infraestrutura portuária em Sines, um pouco ao Sul de Lisboa, que ligamos a um grande momento de chegada à fachada atlantica para o comércio por via marítima, nomeadamente o Canal do Panamá. Portanto, temos mostrado o nosso interesse em estar associados a uma faixa no Cintur?o. Contemplamos o fato de termos sido também convidados a estar presente no fórum do “Cintur?o e Rota” em maio próximo.

Xinhuanet: O senhor poderia apresentar a situa??o do intercambio de estudantes e do turismo entre Portugal e a China no ano passado?

Embaixador Jorge Torres Pereira: Os números absolutos ainda s?o relativamente modestos, mas as indica??es do crescimento s?o muito animadoras. Um exemplo é o turismo entre 2012 e 2016, com o número de turistas chineses que foram para Portugal crescendo 35%. Nós estamos neste momento com cerca de 180.000 turistas anuais, mas já ultrapassamos as 300.000 dormidas. Estamos muito esperan?ados do efeito impulsionador do voo direto entre a China e Portugal, entre Hangzhou e Lisboa, da Beijing Capital Airlines, que provavelmente será inaugurado já em julho. Esperamos que o voo direto corresponda a um impulso adicional para que esses números que est?o em ascens?o continuem. Os números absolutos de estudantes ainda também s?o relativamente modestos. Nós tivemos cerca de 600 estudantes chineses bolseiros em Portugal, mas há dois anos eram apenas 370, ent?o estamos também em uma claríssima rota de ascens?o. Em rela??o ao número de estudantes portugueses na China, também estamos na ordem das poucas centenas, mas há um dado muito significativo, que é o número de institui??es chinesas onde se aprende português. Há poucos anos, eram menos de 10 e agora já ultrapassamos 30. Portanto, tudo isso significa que o intercambio entre turistas, estudantes e empresários, tem vindo a crescer significativamente. O intercambio entre as pessoas no fundo é uma espécie de base sólida do relacionamento bilateral.

Xinhuanet: Como o senhor avalia os avan?os nos intercambios bilaterais do ano passado entre Portugal e a China? Quais s?o as suas perspectivas de coopera??o bilateral para 2017?

Embaixador Jorge Torres Pereira: Nós temos tido nestes últimos anos uma dinamica muito positiva no nosso relacionamento a todos os níveis, n?o só nos aspectos que acabei de descrever, do ponto de vista dos aspectos de cultura e people to people, como também no domínio econ?mico e empresarial, e é muito importante no relacionamento político. No ano passado, em outubro, nós tivemos a visita do Sr. primeiro-ministro português, Dr. António Costa, que traduziu no fundo o fato das nossas rela??es políticas terem um padr?o de visitas de alto nível que é indubtavelmente muito impressionante. Dois anos antes tínhamos tido a visita de Estado do presidente da República e este ano achamos que vamos continuar a ter esse padr?o de grande consensualiza??o entre os líderes dos dois países, das vias a seguir para o desenvolvimento econ?nico e a coopera??o entre os dois países. Penso que todas essas coisas de que nós temos falado, do fato de Portugal ser um membro fundador do Banco Asiático de Investimento e Infraestrutura, a importancia que nós atribuímos ao Fórum de Coopera??o entre Portugal e os países de Língua Portuguesa, o fato de nós continuarmos a ter um relacionamento com a China, tenham a ver com a nossa presen?a nas geografias lusófonas e com a nossa participa??o na Uni?o Europeia. Tudo isto mostra que, muitas das ideias da China sobre a importancia das coopera??es trilaterais, sobre a importancia da faixa do cintur?o, tudo isso s?o coisas que apontam para um claro desenvolvimento do nosso relacionamento bilateral.

Xinhuanet: A economia da China está passando por ajustes estruturais e a indústria manufatureira está em uma fase de transforma??o e moderniza??o, utilizando o espírito dos artes?os para criar a sua nova imagem. Na sua opini?o, quais s?o as melhores formas de transformar e atualizar a indústria manufatureira da China?

Embaixador Jorge Torres Pereira: Eu penso que é implementar as próprias reformas que a própria lideran?a chinesa já identificou, mais mercado na loca??o de recursos, condi??es de igualdade entre empresas, indepentemente de serem estrangeiras ou chinesas do setor privado ou do setor público. Penso que essa é a possibilidade das empresas europeias poderem contruibuir com o seu conhecimento tecnológico para os novos setores de grande inova??o tecnológica que est?o a ser desenvolvidos na China. Tudo isso para mim seriam os aspectos cruciais para ajudar a indústria manufatureira chinesa a subir o valor da sua produ??o.

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